sábado, 5 de maio de 2012

Adeus


Ouça: Só para matar mais um pouco...
Ouça




A horas são tenebrosas... No final da minha canção
Não será encontrada estrofe salvadora, portanto, 

Aquilo que me mantém vivo está em outro peito, e o meu coração?
Numa oração acumulo lágrimas cansadas de resistir, e  na vida já não vejo encanto...!



Nem no que há de mais de belo, só a nulidade de um escuro quebranto.


E com sorrisos conspiro para trair esse fardo que carrego comigo
Só para ver-me despido desse carnaval de máscaras, das ironias que tenho trazido...
As horas são tenebrosas... A tristeza - O meu desesperado abrigo.
Contudo, o coração que arde túrgido de esperança, doe-se por um som límpido


-O teu nome... Sinto-a, que a tua ausência, mesmo hoje ainda tem vencido.


Enlevo-me no que nos lembra, antes de dormir - Para pesadelos temos todas as noites do mundo...
Acordo... - Por falar em abrigo, os meus braços também são. Agora... só para mim.
Por fim, agora... não mais dos teus.




Eu disse que a tristeza era o meu abrigo, por quê pensastes em me fazer feliz?