segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Sing me a rainbow, steal me a dream

Enquanto roubo as estrelas do céu,
Vou cantando
Frases aleatórias de canções de ninar.
Amor, vou escondendo
No fundo dos teu olhos abertos o luar
Sepultando constelações no teu mausoléu
Povoando um sepulcro de escuridão
E as estrelas nuamente levadas
Arrumadas uma à uma por constelação.
O céu, abódoda de luzes caladas,
Tornou-se o cúmulo do estadio.
Enquanto os teus olhos são fechados
Afogam vozes e espectros indistintos conhecem o frio
É o que resta, momentos perdidos, sonhos versados.

E sono eterno, arco-íris cantado e sonhos roubados.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

O Juramento da Navalha de Onix



" À minha Degoladora, de lâmina sutil e fio pérpetuo alimentada com o dessangre e alma: Querida subliminal entidade, reflexo da minha corrupção, penetre em toda carne, não recue perante músculo ou osso. Desate tendão, descosa a face do crânio, mostre-me a verdade sobre está máscara, seja como o fruto do pecado, dê-me assim o Conhecimento da Vida e da Morte."

- Draw the world that I wish for, in my darkness dreams there's just lust for pain and trails of blood.