segunda-feira, 26 de abril de 2010

O último poema escrito ao meu antigo primeiro amor.


A Menina dos olhos que fez a minha vida entardecer...

Nada cala, nada mata, O ressonante silêncio da sua ausência ou a sede da tua falta...
O meu coração é seu, a saudade que tenho é tua.
Sonho este que declamo, como hinos ao teu nome sob a Lua.

Nada cala, nada mata, Amor Celeste, A primavera do teu sorriso, que desterra o Sol do brilho,
E que ao mundo reste
o verão contido no calor da tua pele e o outonal perfume
Do teu cabelo, a essência que alucina, que faz decair o mundo, que a tudo entardece.

Na tua ausência faz-se inverno e é quando tua beleza na memória se resume,
Pois és mais presente ainda quando faltas, tenho frio, e já me esquece,
presença que quão mais ausente estais, muito mais- mil vezes és mais notada!

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